segunda-feira, 26 de março de 2012


Comentário do Grupo:
A Europa, sempre associada a uma região de desenvolvimento econômico e bem-estar social, agora tem sua imagem ligada a turbulências de mercado.
Sua crise financeira na zona do euro deu-se, por problemas fiscais. Alguns países, gastaram mais dinheiro do conseguiram arrecadar, por meio de impostos, por exemplo. E passaram a acumular dívidas. A relação do endividamento sobre PIB de muitas nações do continente ultrapassou o limite de 60% estabelecido no Tratado de Maastricht, que criou a zona do euro. No caso da economia grega, exemplo mais grave de descontrole das contas públicas, a razão dívida/PIB é mais que o dobro deste limite. A desconfiança de que os governos da região teriam dificuldade para honrar suas dívidas fez com que os investidores passassem a temer possuir ações, bem como títulos públicos e privados europeus. 




Referencia



BRUXELAS, 26 Mar (Reuters) - Os ministros das Finanças da zona do euro estão prontos para oficializar um aumento da barreira de proteção financeira da região nesta semana, com preocupações sobre a posição fiscal da Espanha expulsando qualquer excesso de confiança de que a crise da dívida do bloco seja coisa do passado.
Finlândia e Alemanha estavam inicialmente relutantes em endossar um aumento nos recursos da barreira de proteção, mas ambos indicaram agora que estão preparados para apoiar o movimento quando os ministros das Finanças do bloco se reunirem em Copenhague na sexta-feira e no sábado.
A chanceler alemã, Angela Merkel, em discurso em Berlim nesta segunda-feira, deu sua aprovação velada, dizendo que poderia imaginar o fundo temporário de crise na zona do euro correndo em paralelo com um fundo permanente, para criar um mecanismo de crédito maior.
O primeiro-ministro da Finlândia, Jyrki Katainen, já havia feito o mesmo no sábado.
"Estamos prontos para encontrar um compromisso", disse Katainen à Reuters, à margem de uma reunião de líderes políticos, financeiros e de comércio em um resort na Lapônia finlandesa.
A Comissão Europeia, órgão executivo do bloco, preparou três opções para reforçar a barreira de proteção, todas elas dependendo da combinação entre os 440 bilhões de euros do fundo temporário e os 500 bilhões de euros do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM, na sigla em inglês), que entra em vigor a partir de julho.
Autoridades indicaram que o resultado mais provável é o endosso de uma opção que essencialmente tome o que for deixado no fundo temporário depois da ajuda a Portugal, Irlanda e Grécia com o ESM, para criar um "superfundo" de cerca de 740 bilhões de euros.
"Isso vai levar vários anos, e depois o mecanismo de estabilidade vai ficar sozinho com 500 bilhões", disse Merkel.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) vai se reunir em Washington de 20 a 22 de abril e a expectativa é de que concorde em aumentar seus próprios recursos anticrise na medida em que a Europa tenha tomado ações significativas primeiro.
No relatório de opções obtido pela Reuters, a Comissão Europeia indicou que a criação de um fundo de 740 bilhões de euros daria "a credibilidade necessária para desbloquear um aumento nos recursos do FMI", embora isso dependa do próprio FMI.
(Reportagem de Luke Baker)

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Canadá é um país multicultural como o Brasil. Não pense que indo para o Canadá, você vai encontrar apenas loiros (as) altos (as) de olhos azuis porque não na realidade, você vai encontrar todas as raças neste país. Com certeza ele é uma terra de imigrantes. É difícil descrever a cultura original do Canadá com toda esta mistura. Os imigrantes são encorajados a cultivar sua cultura e permitir que ela cresça. Por isso, o Canadá também é chamado de "O lugar onde todos pertencem".
O Canadá tem uma população muito baixa. Somente 30 milhões de habitantes, apesar da nação ser a segunda maior do mundo. Aproximadamente 77% dos Canadenses moram em cidades e estão entre a idade de 25 e 34 anos.
Educação primária e secundária são gratuitas. O nível superior é fortemente subsidiado: Mais de 80% dos gastos com a educação superior são pagas pelos os governos das províncias. Isto faz com que força de trabalho do Canadá, seja uma das mais bem educadas no mundo. 40% da força de trabalho do Canadá possui diploma superior. Isto é mais que nos Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Inglaterra e França. A média de alunos em uma sala de aula primária é de 16 estudantes.
O Canadá é totalmente livre de violência racial, classe social ou conflitos étnicos. Isto é reconhecido pelo mundo como um dos lugares mais seguros para ser viver. Os grupos étnicos estão divididos em: Britânicos 40%, Franceses 27%, outros europeus 20%, Índios e Inuit 1.5%, outros, maioria Asiáticos 11.5%(1996). Divisão de religião: Católicos 45%, Igreja Unida 12%, Anglicanos 8%, outros 35% (1991).
O Canadá possui uma das mais saudáveis populações do mundo. Isto é o resultado direto de um sistema de saúde universal e compreensivo. Existem mais de 55 mil médicos licenciados no Canadá. Isto é, para cada grupo de 520 canadenses, existe um médico. Cada ano, o governo gasta $52 bilhões em saúde, aproximadamente $18 mil para cada canadense.
A média de vida dos Canadenses é de 79.4 anos. Esta média é um ano mais longa que a dos Britânicos, dois anos mais que a dos Americanos e SETE vezes a mais que os chineses. A mortalidade infantil esta em torno de para cada mil nascimentos, 6.1 morrem (1996).
O Canadá é um lugar muito confortável para se viver. Casa aquecida e carro são considerados uma necessidade. Quase 100% dos Canadenses possuem televisão colorida. Mais de 80% possuem forno de microondas, 79% possuem vídeo cassete, 40% possuem CD player e 25% Possuem computador. Os canadenses têm a liberdade de viajar para qualquer parte do mundo. Mais de 14 milhões de Canadenses visitou os Estados Unidos no ano passado. Mais de 76% viajaram para algum lugar e mais de 25% foram para fora do Canadá. No casamento, ambas as partes, marido e esposa trabalham para fora na maioria das famílias canadenses.
Por estas razões, o Canadá se tornou sonho de imigração para muitos em todo mundo.
De uma grande diversidade quanto à população, no México os descendentes dos colonos espanhóis e os de ascendência indígena formam os componentes majoritários da sociedade. Em nossos dias, o problema mais grave que enfrenta a sociedade mexicana é o dos seqüestros e das lutas entre os cartéis da droga.


Sublinhamos abaixo alguns traços da sociedade mexicana:

  • Contingente importante de descendentes dos Indígenas
  • População bastante jovem
  • Os imigrantes (chicanos) são numerosos a se expatriar aos Estados Unidos


Durante os últimos 15 anos o Canadá eo México se uniram com os Estados Unidos na forma de três Acordo Norte-Americano de Livre Comércio. Mas ambos ainda definido loja muito mais pela sua relação bilateral com o seu vizinho superpotência. Isto levou a rivalidade, por vezes ridícula. Para a alegria dos funcionários canadenses, Barack Obama está fazendo o seu primeiro, embora visita breve e internacional como presidente americano a Ottawa em 19 de fevereiro. Mas as autoridades mexicanas sussurrar que seu presidente, Felipe Calderón, entrou em primeiro com um almoço com os dias de Obama antes de sua inauguração.
Mais a sério, um crescente número de canadenses, incluindo políticos, negociadores de comércio e ex-embaixadores, apelaram para o governo a voltar as costas a NAFTA e colocar todos os seus esforços em melhorar as relações bilaterais com Washington.Canadá sempre foi um membro relutante do NAFTA, juntando-se as negociações principalmente para salvaguardar as conquistas feitas em um acordo de livre-comércio bilateral com os Estados Unidos concluiu cinco anos antes. Políticos se irritam quando o Canadá está amalgamado com o México, como aconteceu no ano passado durante a campanha de Obama quando ele prometeu renegociar o Nafta para proteger os americanos de fracas normas ambientais e trabalhistas. Ainda mais woundingly, Janet Napolitano, o novo secretário de Segurança Interna, que é um ex-governador do Arizona, ordenou uma revisão da fronteira norte, dizendo que apresentou a maior ameaça terrorista que o sul.
Peter Harder, um ex-vice-ministro das Relações Exteriores canadense, argumenta que o NAFTA retém os laços bilaterais. "Não é do nosso interesse para permitir a velocidade de três para definir a relação de dois", diz Harder. "Temos trilateralised por muito tempo." Essa visão foi ecoada por John Manley, um ex-vice-primeiro-ministro liberal.
De fato, muitos problemas transfronteiriços diferem apenas em grau. Isso aplica-se ao comércio de drogas, contrabando de armas, segurança das fronteiras, o ambiente ea imigração ilegal. Todos os três países têm um interesse na indústria automóvel em dificuldades, que é organizada em uma base norte-americana. Canadá e México são os Estados Unidos 'dois principais fornecedores de energia importada, dando-lhes tanto interesse em planos de Obama para energia e medidas ambientais.
Poucos canadenses falar para reforçar laços com o México. Mas antes de sair de Ottawa deste mês, Emilio Goicoechea, o embaixador do México, escreveu uma refutação pedindo Canadá para manter o curso trilateral. O comércio entre os dois cresceu cinco vezes desde 1994 para US $ 21 bilhões em 2007-apesar de que é ofuscado pelos Estados Unidos "o comércio bilateral com o México, no valor de 349.000 milhões dólar, e com o Canadá (566,000 milhões dólares). Algumas empresas canadenses investiram no México: Bombardier tem fábricas de peças de aeronaves e trens, enquanto Scotiabank é o banco do México sétima maior.
Ao questionar o Nafta, os canadenses não apenas arriscou jogar para protecionistas no Partido Democrata dos Estados Unidos. Sua crença de que em seu próprio Canadá iria receber mais atenção do que México também parece deslocada. A economia do Canadá pode ser 40% maior, mas sua população é muito menor. Obama reconheceu que ele deve a sua vitória eleitoral, em parte, os eleitores hispânicos (maioria dos quais são de origem mexicana). Mais de meio milhão de americanos vivem no México. E os problemas de segurança no México causadas pela demanda americana por cocaína são uma preocupação crescente para os formuladores de políticas em ambos os países.
"Ao trabalhar em conjunto com o México que permanecem na tela do radar", diz Carlo Dade da Fundação Canadense para as Américas, um think-tank. Primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, não fez nenhum comentário sobre as relações trilaterais, exceto para se opor a reabrir o Nafta. Ele fez a América Latina uma prioridade da política externa, e se dá bem com o senhor Calderón. Quando as disposições Buy America do plano do Congresso norte-americano de estímulo econômico atingiu a notícia, o Sr. Harper chamado Sr. Calderón para conferir sobre como combater o protecionismo. Os democratas no Congresso pode ter inadvertidamente entregou o Canadá eo México algo grande a sua relação tem faltado no passado, uma causa comum.



O NAFTA (North American Free Trade Área) é uma zona de livre comércio entre os países da América do Norte: Estados Unidos, Canadá e México. No caso de formação de uma união aduaneira hemisférica em 2005 (ALCA) os países do NAFTA também serão incluídos nela, tanto que já participam das negociações. Decorridos pouco mais de cinco anos de sua implementação, o intercâmbio comercial entre os países aumentou o que significa o aumento do saldo de suas balanças comerciais, especialmente no caso do México.
Muitas empresas instalaram-se no México, quase na fronteira com os Estados Unidos. Na verdade, os bens ali produzidos, em sua maior parte, são destinados aos Estados Unidos mas se torna mais vantajoso produzir no México em face do valor mais baixo da mão de obra ao compararmos com o custo da mão de obra americana.
Para o México há com o tratado, uma busca de atração aos capitais estrangeiros, porém, os mesmos ainda não tem sido suficientes para manter o nível de investimentos. Como o México não tem tratamento diferenciado por ser o país economicamente menos desenvolvido, é com este aumento do nível dos investimentos que o país espera ganhar. É de se observar que de um lado temos Estados Unidos e Canadá e de outro, o México. Isto é preocupante para alguns especialistas no sentido de que o México ou qualquer outro país em desenvolvimento que venha a ingressar no NAFTA pode sofrer muito se não se fizerem os ajustes necessários especialmente nas áreas mais sensíveis.
Com a criação do NAFTA ficou evidenciado que a maior parte do comércio dos EUA é feito com os outros dois países integrantes da zona de livre comércio e a maior parte dos produtos transacionados entre eles estão isentos de tarifas.
Os Estados Unidos estão empenhados na criação de uma zona de livre comércio englobando todo o continente americano, com isto surgiram as primeiras tratativas da ALCA. Mas, assim como os EUA estão interessados na criação da ALCA também estão atentos ao crescimento do NAFTA e a inclusão de outros países neste tratado, ampliando-o então para todos os países das Américas. Claro está que muitos países estão interessados na ampliação de seus negócios com os Estados Unidos e México. O Brasil, recentemente, assinou um acordo referente ao regime automotivo com o México do qual os outros países do MERCOSUL não fizeram parte. Em um segundo momento este acordo poderá ser estendido aos outros países do MERCOSUL, mas quando de seu fechamento o mesmo deu-se apenas entre Brasil e México.
O NAFTA foi criado apenas para ser uma zona de livre comércio. Não se está buscando a criação de um mercado comum ou simplesmente de uma união aduaneira. Por isso faz-se necessário distinguir que, enquanto o MERCOSUL busca o seu aprofundamento e a criação de um mercado comum, o NAFTA nem terá tarifa externa comum ou uma política macroeconômica comum, resumindo-se ou reduzindo-se apenas a um acordo comercial.
Como já ressaltamos o NAFTA trouxe inúmeros benefícios no âmbito comercial, porém, isto não exclui que em outras áreas como trabalho, meio ambiente, padrão de vida, direitos humanos, sejam criadas políticas para que se consiga resolver estes problemas e não aprofundá-los aumentando a distância entre os países.
Muitos entendem conveniente o MERCOSUL ou mesmo o Brasil aderirem ao NAFTA. Do ponto de vista daqueles que defendem esta adesão, encontram-se os que defendem o fato de que haverá uma maior abertura comercial, especialmente dos Estados Unidos, sem contar com a qualidade superior da parceria tecnológica. Por outro lado, há outra visão no sentido de que as concessões a serem feitas seriam bem maiores por parte do Brasil do que os ganhos que decorreriam de eventual parceria devido ao fato da evidente superioridade econômica, comercial e política americana.
O NAFTA foi criado entre parceiros de uma mesma região, reforçando os laços econômicos e comerciais de países que são unidos geograficamente, países que já possuem uma interdependência funcional em razão de sua localização, unem-se visando a integração.
Tornar o dólar a moeda única nas transações comerciais entre os parceiros do NAFTA, encontra sérias resistências da sociedade mexicana e até de certos setores do governo onde há o temor da perda da identidade nacional.
Até 2010 o processo de integração deverá estar completo em que pese o México estar mais atrelado aos Estados Unidos que o Canadá. Os déficits que caracterizam este processo têm dificultado o alcance do bem-estar da maioria da população, ou seja, é mister que se repense estes dados sob pena de estar sendo criado um processo de exclusão da sociedade e dos atores sociais, sem que os ganhos comerciais compensem tais perdas.



A economia do Canadá é uma das mais influentes a nível mundial, de cariz capitalista, favorecida por sua proximidade com os Estados Unidos da América e por diversos tratados comerciais como o Tratado Automobilístico (Canada-United States Automotive Agreement) de 1965, o FTA (Tratado de Livre Comércio) de 1989 e o NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte) de 1994. Com grandes reservas de recursos naturais e uma força de trabalho altamente instruída, o Canadá aproveita-se de sólidos prospectos econômicos, que permitiram um crescimento anual, de, em média, 3%, desde1993. Atualmente, o Canadá possui a 13º maior economia do mundo, quando medida pelo seu PIB PPC , ou a 9º maior do mundo, quando medida pelo seu PNB PPC. 
O país é o 12º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.